e eu aqui, nessa madrugada...
pensando em vc, procurando saber
mas não acho, e talvez nem procure
pois o momento é de esperar
a pergunta então é retórica
o que esperar???
melhor mesmo é nada
pois o que vier é lucro!!!
.....
e ela some, ela aparece....
lembra que me tem em bom lugar,
esquece de me guardar...
ah, se eu esperasse mais que isso...
o que seria?
como vem, vai..
freedom é a chave da alegria!!
portanto, sorria!
e deixe não de aproveitar a magia!
enquanto podia,
faça reviver aquele dia...
em que gemia e me chamava: mais! sempre! eterno...
será um novo elo?
ou novo sofrimento?
certo é
que aqui por dentro
abres caminho...
com carinho,
mas não tão mansinho....
secreto parecia ter começado.
claro agora é
que não posso ter isso apenas guardado.
domingo, 10 de julho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Passado que não condena
Antes de hoje
O que já foi
Qualquer dia
Qualquer alegria
Se chorei ou se sorri
Sabe o rei que o importante é que vivi
Os passos não devem ser julgados
Mas, enfim, compreendidos.
Não seria hoje quem sou
Esse alguém que tanto errou
E também achou que amou
Achei sim
Certeza não mais tenho qualquer
De algum desses dias passados
Ter amado essa ou aquela mulher
Falei para 5 até hoje
Convencido de apenas 4
A quinta já sabia
Que aquele sentimento
Realmente não existia
Nem por isso foi menos...
Ou, tampouco, será esquecida
Por mim será sempre lembrada
E também muito bem recebida
Quero mesmo é falar das outras 4
Que importante demais também foram
Para entender onde vim caminhar
E algum dia merecer realmente amar
A primeira das Anas
De sobrenome Leite
Diferença de idade
Na época foi realidade
Não a primeira, mas a segunda mulher minha
Não deixei de sonhar qualquer dia
Com aquela carinha
Namoro pode até não ter sido
Mas aprendi o que é ser ferido
Com a segunda das Anas
Mais tempo fiquei
Muitos planos eu fiz
Por pouco não casei
Seu sobrenome era Madeira
E ao seu lado fiz muita besteira
Não sabia o que era retidão
E magoei seu coração
Ferido eu tinha sido
E ferir dessa vez aprendi
Arrependimento aos prantos
Dessa vez eu senti
Ao seu lado virei rapaz
Garoto bom não me senti
Sogra aprendi o que era
Bom é voltar a sorrir
Algum tempo a mais se passou
Até que a terceira das Anas chegou
Essa sim mais preparado
Acabei sendo casado
Seu sobrenome Barbosa
Sempre a achei muito vistosa
Mudanças em quase 5 anos
Afundados foram muitos planos
Ajudei tenho certeza
Assim como fui ajudado
Mas acabei sem entender
Por onde é que tinha errado
Bom marido achei que fui
Maltratado talvez julgara
Certo é que muito carinho
Guardo dessa que muito eu viajara
Separação dolorosa
Talvez a mais penosa
Mas algum dia irá se tornar
Apenas lições proveitosas
Pouco tempo depois
A única não-Ana
De sobrenome Condé
Aprendi o que é ter uma mulher
Também muita dor e dificuldade
Entendi como é a realidade
Em desejar diferente felicidade
Tentar juntar duas vidas sofridas
Entre muitas idas e vindas
Diferença de idade não foi problema
Divergência sempre tinha outro tema
Bicho feio esquisito
Tal ciúmes maldito
Coisa remendada não muito presta
Passado agora é o que resta
Pelo pouco tempo não nego
Que ainda muito dói o ego
Certo é que sem qualquer dessas
Não teria todas as peças
Para juntar nesse corpo
Que muito deseja ser outro
Outro melhor e mais completo
Para uma esposa ter por perto
Ter alguém com quem conversar
E também alguns filhos criar
Agradeço a todas essas
E a outras também
Que Deus abençoe a gente
E Santo Antonio rogue por nós, Amém!
O que já foi
Qualquer dia
Qualquer alegria
Se chorei ou se sorri
Sabe o rei que o importante é que vivi
Os passos não devem ser julgados
Mas, enfim, compreendidos.
Não seria hoje quem sou
Esse alguém que tanto errou
E também achou que amou
Achei sim
Certeza não mais tenho qualquer
De algum desses dias passados
Ter amado essa ou aquela mulher
Falei para 5 até hoje
Convencido de apenas 4
A quinta já sabia
Que aquele sentimento
Realmente não existia
Nem por isso foi menos...
Ou, tampouco, será esquecida
Por mim será sempre lembrada
E também muito bem recebida
Quero mesmo é falar das outras 4
Que importante demais também foram
Para entender onde vim caminhar
E algum dia merecer realmente amar
A primeira das Anas
De sobrenome Leite
Diferença de idade
Na época foi realidade
O ano era 98
Aprendi molhar o biscoito
Não a primeira, mas a segunda mulher minha
Não deixei de sonhar qualquer dia
Com aquela carinha
Namoro pode até não ter sido
Mas aprendi o que é ser ferido
Com a segunda das Anas
Mais tempo fiquei
Muitos planos eu fiz
Por pouco não casei
Seu sobrenome era Madeira
E ao seu lado fiz muita besteira
Não sabia o que era retidão
E magoei seu coração
Ferido eu tinha sido
E ferir dessa vez aprendi
Arrependimento aos prantos
Dessa vez eu senti
Ao seu lado virei rapaz
Garoto bom não me senti
Sogra aprendi o que era
Bom é voltar a sorrir
Algum tempo a mais se passou
Até que a terceira das Anas chegou
Essa sim mais preparado
Acabei sendo casado
Seu sobrenome Barbosa
Sempre a achei muito vistosa
Mudanças em quase 5 anos
Afundados foram muitos planos
Ajudei tenho certeza
Assim como fui ajudado
Mas acabei sem entender
Por onde é que tinha errado
Bom marido achei que fui
Maltratado talvez julgara
Certo é que muito carinho
Guardo dessa que muito eu viajara
Separação dolorosa
Talvez a mais penosa
Mas algum dia irá se tornar
Apenas lições proveitosas
Pouco tempo depois
A única não-Ana
De sobrenome Condé
Aprendi o que é ter uma mulher
Também muita dor e dificuldade
Entendi como é a realidade
Em desejar diferente felicidade
Tentar juntar duas vidas sofridas
Entre muitas idas e vindas
Diferença de idade não foi problema
Divergência sempre tinha outro tema
Bicho feio esquisito
Tal ciúmes maldito
Coisa remendada não muito presta
Passado agora é o que resta
Pelo pouco tempo não nego
Que ainda muito dói o ego
Certo é que sem qualquer dessas
Não teria todas as peças
Para juntar nesse corpo
Que muito deseja ser outro
Outro melhor e mais completo
Para uma esposa ter por perto
Ter alguém com quem conversar
E também alguns filhos criar
Agradeço a todas essas
E a outras também
Que Deus abençoe a gente
E Santo Antonio rogue por nós, Amém!
Você não viu, mas eu vi
Você não viu, mas eu vi
Gavião apanhar de bem-te-vi
Você não viu, mas eu vi
Tulipa florescer no meu Aquiri
Você não viu, mas vou mostrar
O que aqui está a desabrochar
Muito não vai aguentar
Mas sua beleza quero registrar:
Gavião apanhar de bem-te-vi
Você não viu, mas eu vi
Tulipa florescer no meu Aquiri
Você não viu, mas vou mostrar
O que aqui está a desabrochar
Muito não vai aguentar
Mas sua beleza quero registrar:
domingo, 12 de junho de 2011
Câmara Temática de Culturas Ayahuasqueiras
Blog da Câmara Temática
A Câmara Temática de Culturas Ayahuasqueiras do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Rio Branco criou um Blog, objetivando melhorar a comunicação entre as comunidades e conselheiros.
Em tempo, a próxima reunião da CT-Ayahuasca será dia 14/06/2011, terça-feira, às 19h na Casa de Cultura (Rio Branco/AC).
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Casa encantada
Pedacinhos do meu paraíso.
Onde está o Papai Smurf??
E desabrocha a primeira flor de uma donzela...
Jasmim-manga - se tenho o direito, essa é minha preferida!!!
Marcadores:
APA Irineu Serra,
Casa encantada,
Meio Ambiente
Mingau
Serenamente alertou
Que seu nome não era feminino
Mesmo pequenino
Mostrou a sua graça
Mas pela ordem da vida
Seguiu o caminho da Aparecida
Atravessou a cerca do limite
Não importando qualquer palpite
"Vem! Vem logo rapaz!"
Mas ele nem olhou para trás
Como um trem a atropelar
Fez o Mingau tão somente uma vez miar
Eu a assistir
Sua curta e serena vida extinguir
Impotente ao ver aquele ente
Passar por cima como uma chapa quente
O que fazer?
Novamente meu gatinho perder?
Pois assim é a vida
Mingau agora junto com a Aparecida.
Que São Francisco de Assis proteja os nossos bichinhos!
Amém.
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