Já não me encaixo em teus conceitos
Óh sociedade insana
Que vida viverei?
A própria
A que os outros cuidam
Ou a que os outros inventam
Tentarei encaixar-me em ti
Para viver preso a uma falta de sentido
Ou a um sentido sem cerne
Ou para viver como verme
Ironia ouso falar-te
Porque certamente minhas escolhas não te entrego
Como bom amigo alertou-me
Mesmo vivendo a vida sem rima
Ficarei com a poesia
Conceitos? Estou passando...
Prefiro a vida!
Omnia vincit Amor
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Antes, em seguida e agora
antes
o tempo parecia não passar
dinheiro julgava não precisar
liberdade mal para andar
em seguida
o tempo ainda abundante
algumas escolhas, mesmo errante
dinheiro em falta gritante
agora
liberdade até demais
dinheiro não preocupa mais
mas sem tempo... como é que se faz?
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Meu coração não é de papel
Que atire a primeira pedra
Quem nunca provou dessa moeda
Paixão descrever como amor
Perdido em seu interior
Achar que o outro é culpado
E você menos amado
Não, não menina
Meu coração não é de lata
Não é de lata meu coração
Frio e insensível tampouco são
Os meus sentimentos por sua pessoa
Que gostaria de estar numa boa
Drama já não consigo mais viver
A vida a pauladas me fez crescer
O que é, simplesmente é
Um prato não cabe em uma colher
Uma semente nasce por si
Mas logo às primeiras radículas
Necessitam de fora se nutrir
Coisa estranha dizer que se quer bem
E fortalecer discussão sem saber com quem
Difícil é começando super legal
O que esperar começando tão mal?
Não, não jogo a toalha
Estou aqui e sei o que quero
Contudo, ser motivo de sofrimento
Jamais me passou pelos pensamentos
Quero sim ter o pé no chão e viver
Em paz, em paz, em paz
Por isso a você eu aviso
O que mais nutre é o sorriso
Contudo, o que fazer
Para assim merecer
Um belo sorriso voltar
Os nossos semblantes alegrar
Sei que por ti sinto doçura
Doçura feito mel
Mas nunca se esqueça
Meu coração não é de papel
Não, não é de papel o meu coração
É de sangue quente como um leão
De que vale espinho sem flor?
Tampouco imagino sacrifício sem amor
Que a Paz de Deus nos acompanhe!
Para todo o sempre, Amém.
Quem nunca provou dessa moeda
Paixão descrever como amor
Perdido em seu interior
Achar que o outro é culpado
E você menos amado
Não, não menina
Meu coração não é de lata
Não é de lata meu coração
Frio e insensível tampouco são
Os meus sentimentos por sua pessoa
Que gostaria de estar numa boa
Drama já não consigo mais viver
A vida a pauladas me fez crescer
O que é, simplesmente é
Um prato não cabe em uma colher
Uma semente nasce por si
Mas logo às primeiras radículas
Necessitam de fora se nutrir
Coisa estranha dizer que se quer bem
E fortalecer discussão sem saber com quem
Difícil é começando super legal
O que esperar começando tão mal?
Não, não jogo a toalha
Estou aqui e sei o que quero
Contudo, ser motivo de sofrimento
Jamais me passou pelos pensamentos
Quero sim ter o pé no chão e viver
Em paz, em paz, em paz
Por isso a você eu aviso
O que mais nutre é o sorriso
Contudo, o que fazer
Para assim merecer
Um belo sorriso voltar
Os nossos semblantes alegrar
Sei que por ti sinto doçura
Doçura feito mel
Mas nunca se esqueça
Meu coração não é de papel
Não, não é de papel o meu coração
É de sangue quente como um leão
De que vale espinho sem flor?
Tampouco imagino sacrifício sem amor
Que a Paz de Deus nos acompanhe!
Para todo o sempre, Amém.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Casulo
com a ajuda de Ma-Thi
que é todo coração
venho refletir o que vem
perturbar a paz e o bem
queria mesmo era um casulo
para tantas bobeiras não passar
se palavra vale pouco ou muito
por que tantas desperdiçar?
o que sinto importa menos?
o que erro importa mais?
besteira é besteira
e deve ficar para trás!
certo é
que romântico hoje
é um chato sem galocha
e sem rima
ao público vim e disse
o que muito ouvi dizer ser maluquice
por isso aqui desabafo a tristeza
de não ir dormir com tua beleza
casulo da vida não há nesse momento
mas depois de sua ligação
vou dormir pensando em casamento
♥
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Ninguém é de ninguém
Até onde chega o limite?
até que ponto está o limiar?
quando é a hora
de respeitar
de esperar
ou, melhor, de nada esperar
impossível, nesse grau, nada nada esperar
depois de tanto ter que aguardar
como voltar o que se foi e gostar do que ainda não foi?
sinceramente, ser demais não satisfaz?
então, ser de menos não é dos pequenos??
sempre fui, desde que me lembro, apaixonado por tudo que me entrego
e se me entreguei a ti
por que seria diferente?
mais vale poucos minutos bem vividos
do que séculos sem nada aproveitar
eu aqui
milhas e milhas mais próximo
e deito-me a conversar com as teclas
e não com ti
por quem bom tempo esperei
pena é sentir
que o encanto parece ter fugido de nós
e nesse desencanto
espero aprender como ser melhor
talvez atingir o equilíbrio
e finalmente entender
que ninguém é de ninguém
pax tecum.
até que ponto está o limiar?
quando é a hora
de respeitar
de esperar
ou, melhor, de nada esperar
impossível, nesse grau, nada nada esperar
depois de tanto ter que aguardar
como voltar o que se foi e gostar do que ainda não foi?
sinceramente, ser demais não satisfaz?
então, ser de menos não é dos pequenos??
sempre fui, desde que me lembro, apaixonado por tudo que me entrego
e se me entreguei a ti
por que seria diferente?
mais vale poucos minutos bem vividos
do que séculos sem nada aproveitar
eu aqui
milhas e milhas mais próximo
e deito-me a conversar com as teclas
e não com ti
por quem bom tempo esperei
pena é sentir
que o encanto parece ter fugido de nós
e nesse desencanto
espero aprender como ser melhor
talvez atingir o equilíbrio
e finalmente entender
que ninguém é de ninguém
pax tecum.
domingo, 8 de maio de 2011
Nunca deixe de aprender
tempo já que aprendi
a indecisão gera a confusão
quando certo, me vejo a refletir
que pena do que houve
do que teria errado ali
na incerteza, me pego perdido
ou, pelo menos, sem saber onde estou
atordoada cabeça de quem tanto errou
chorar não mais é a solução
e mesmo assim, esforço-me a sorrir
não, não é de dor minhas palavras
mas de certo tormento
que gostaria de jogar no vento
mas como a brisa
pega-me desapercebido
com a flecha do cupido
descubro para meu desassossego
que a volta dos que não foram
tampouco quis fazer as malas agora
botado para fora
bate à porta como outrora
suplico a mim mesmo
pois só de determinação depende
chega de saudade
o que quero é felicidade
estou onde deveria estar
já ensinou o Mestre Xavier
pois não estando aqui, muito pensei
sentir-me-ia como um rei
rei do reinado de mim mesmo
sabendo o que penso, o que sinto, o que faço
mas que mérito teria
se não sofresse com alegria?
estou aqui, aqui estou
seguindo assim, assim eu vou
alegria alegria
toda alvorada traz um novo dia
agora é cuidar
para saber que devo amar
e não deixar no chão
a fidelidade ao meu coração
dizem que o começo da história é o casamento
será que só assim terminaria o tormento?
que a Paz de Deus banhe a todos
Homini Pax.
a indecisão gera a confusão
quando certo, me vejo a refletir
que pena do que houve
do que teria errado ali
na incerteza, me pego perdido
ou, pelo menos, sem saber onde estou
atordoada cabeça de quem tanto errou
chorar não mais é a solução
e mesmo assim, esforço-me a sorrir
não, não é de dor minhas palavras
mas de certo tormento
que gostaria de jogar no vento
mas como a brisa
pega-me desapercebido
com a flecha do cupido
descubro para meu desassossego
que a volta dos que não foram
tampouco quis fazer as malas agora
botado para fora
bate à porta como outrora
suplico a mim mesmo
pois só de determinação depende
chega de saudade
o que quero é felicidade
estou onde deveria estar
já ensinou o Mestre Xavier
pois não estando aqui, muito pensei
sentir-me-ia como um rei
rei do reinado de mim mesmo
sabendo o que penso, o que sinto, o que faço
mas que mérito teria
se não sofresse com alegria?
estou aqui, aqui estou
seguindo assim, assim eu vou
alegria alegria
toda alvorada traz um novo dia
agora é cuidar
para saber que devo amar
e não deixar no chão
a fidelidade ao meu coração
dizem que o começo da história é o casamento
será que só assim terminaria o tormento?
que a Paz de Deus banhe a todos
Homini Pax.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Novo ano Novo eu
Há tempo travei
Bloqueado estive desde a despedida daquele que ainda não nasceu.
Isso por meados do Janeiro que se passou. Que alguns acreditam ser o começo de novo ano.
Não eu.
Para mim novo ano nasce em Abril.
Onde minha trilha se abre e novos conceitos são estabelecidos.
Hoje quero só tirar a poeira, que me travou, que embassou, e bloqueou as palavras que vinham e que insistiam não serem escritas por demasiada angustia e sofrimento dos acontecimentos e sentimentos vividos.
Hoje, o ano começa. Depois do carnaval, depois do temporal.
Novo ano, novo eu
O amor, só o Divino agora interessa-me.
Vontade de voltar à Floresta de Juramidã.
Contudo, a trilha é à frente.
Atrás apenas lições.
Que venha o mundo
Pois de bubuia a alegria será minha resposta.
Paz a todos e todas
Saudades de meu sangue
Que parece precisar mais de mim do que nunca
E eu mais deles do que jamais imaginei
Trabalhar Correr Nadar Lutar
Rezar Jejuar Meditar Cantar
Conversar Escrever Ler Obedecer
Ó Mãe Divina, Pai Celestial
Venham assim me renovar!
Paz e bem
Amém!
Bloqueado estive desde a despedida daquele que ainda não nasceu.
Isso por meados do Janeiro que se passou. Que alguns acreditam ser o começo de novo ano.
Não eu.
Para mim novo ano nasce em Abril.
Onde minha trilha se abre e novos conceitos são estabelecidos.
Hoje quero só tirar a poeira, que me travou, que embassou, e bloqueou as palavras que vinham e que insistiam não serem escritas por demasiada angustia e sofrimento dos acontecimentos e sentimentos vividos.
Hoje, o ano começa. Depois do carnaval, depois do temporal.
Novo ano, novo eu
O amor, só o Divino agora interessa-me.
Vontade de voltar à Floresta de Juramidã.
Contudo, a trilha é à frente.
Atrás apenas lições.
Que venha o mundo
Pois de bubuia a alegria será minha resposta.
Paz a todos e todas
Saudades de meu sangue
Que parece precisar mais de mim do que nunca
E eu mais deles do que jamais imaginei
Trabalhar Correr Nadar Lutar
Rezar Jejuar Meditar Cantar
Conversar Escrever Ler Obedecer
Ó Mãe Divina, Pai Celestial
Venham assim me renovar!
Paz e bem
Amém!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Domando pensamentos e Rogando a São Francisco
Penso, logo existo
Existiu, logo penso
Foi intenso, convenhamos.
Por isso, continuo pensando
Tento bons pensamentos cultivar
E doces palavras falar
Pego-me a pensar no que não é mais
E a arrepender-me do que não foi
Encontro-me como anjo decaído e assistido por afetuosas entidades
Questiono: fora um erro?
Se errado fui, confesso: foi um belo erro!
Se errado continuo sendo, rogo: Clemência! Clareia o norte desse Teu filho, óh Pai Onipotente!
"Aos que crêem, nenhuma palavra é preciso; aos que não crêem, nenhuma palavra é possível".
Eu creio Senhor! Isso basta?
Dai-me força e limpa minha alma!
Torne dócil o meu coração para que seja digno de Tua alegria novamente.
Com o grande Mestre São Francisco
Terei certo encontro
Que no dia de hoje se homenageia
E os pensamentos clareia
Amar mais que ser amado
Mais entender que ser entendido
Enquanto não encontro Santa Clara
Que eu imite São Francisco
Homini Pax.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Chega de saudade
Chega de saudade
Não como na música de Tom
Pois sem ela há paz e há beleza
E a tristeza
Só atinge a quem deixa ser atingido
Por que sofrer por um único ser humano?
Se há mais de 5 bilhões de outros tão importantes quanto...
Ainda lembrando da poesia de Tom
Se ela voltasse, mais do que uma linda coisa, seria uma coisa louca
Livre - penso, reflito, revivo e agradeço
Sonhando com seus lindos olhos verdes olhando pra mim
Penso não só na tulipa
Mas também na rosa e outras flores que ora cultivara em meu jardim
Deslumbro um girassol que parece ter vindo irradiar
Que mesmo distante, alegra e reanima
Mas pego-me a ansiar por uma flor no país das maravilhas
Que infelizmente não terá cultivo em meu jardim
Pois poucas são as flores que podem florir por aqui
Caliente, muy caliente
Diria a maioria delas
Por isso, devo me retirar e admirá-las em seus sítios
Retiro a crosta de preconceito
Para manter viva a chama de linda amizade
Que entre iguais nasceu
Mas que por diferentes é vista
A vida é bela
Veja o Sol de dentro da água
Sinta a energia após o Kampô
Ficar sozinho também tem seu valor
O abraço desinteressado de um amigo
O sorriso saudoso de uma mãe
Sinta como é querido
Isso sim, não tem preço
Dever cumprido
Não há do que se arrepender
Agora é ir de bubulha
E deixar a vida viver!
Que a paz de Deus nos acompanhe!
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Liberdade
"Não é livre o homem que não se dá o direito de ficar tempo sem nada fazer".
autor desconhecido.
Não há como pensar em liberdade se não assumimos nossa colheita. Não podemos crer que na vida aja apenas coleta.
Em tempo: uma coisa coletada é aquela que pegamos sem termos plantado - de forma extrativista. Uma coisa colheitada é aquela que é fruto de nosso plantio.
Certo que podemos até coletar determinados sofrimentos e felicidades na vida, o que não deixará de ser colocado na balança na hora do 'acerto de contas'.
Mas, o mais certo é que a vida trata-se de colheita, daquilo que fazemos, daquilo que fizemos, daquilo que pensamos ou desejamos, ou daquilo que deixamos de realizar.
Imprimir nos outros a responsabilidade pelo que aconteceu, da forma "você não me entende", "você não me ajuda", "você não me ama", "você não me trata bem", entre outras, é algo espiritualmente imaturo e que mostra nossa limitação em compreender as lições Divinas para o nosso progresso.
O sofrimento poderia nunca ser um mal, caso compreendêssemos a razão pela qual estamos naquele ponto.
É um atraso sem dúvida quando imprimimos a responsabilidade fora de nós mesmos.
Cada um é responsável pela sua jornada. Algo elementar e muito simplório de perceber como Verdade.
O aprendizado (mais trabalhoso) é realizar isso em nosso ego. O que é muitas vezes evidenciado como notório fracasso nos piores momentos, quando temos raiva, rancor e ódio, muitas vezes daqueles que chegamos a amar como parte de nós mesmos certo momento do caminho.
Muitas vidas passamos. Se tudo fosse durar toda uma vida, quantas mais teríamos que reviver para colhermos tudo o que precisamos?
Não é porque acabou que não foi bom.
Não é porque foi bom que não devia ter acabado.
Não é porque o rancor minguou que o amor ressurgiu.
O amor sempre existiu e não acabará.
Estava impossibilitado de apresentar-se por tantas nebulosas emoções, mas estava lá.
Em um dia nublado, o Sol continua a brilhar.
Quero ser livre lato sensu.
Hoje sou livre restricto sensu.
O que adianta ter liberdade na matéria e não no pensamento?
Tenho lá minhas dúvidas.
O que sei é que deixar fluir os desígnios de Deus é a forma mais sensata no aprendizado necessário.
Voltar a Ti Senhor é o que mais anseio!
Mas, na medíocridade de minha prisão nessa mula, ainda desejo um carinhoso abraço de uma formosa e perfumada flor após um açaí gelado.
No tempo, virá.
Homini Pax.
autor desconhecido.
Não há como pensar em liberdade se não assumimos nossa colheita. Não podemos crer que na vida aja apenas coleta.
Em tempo: uma coisa coletada é aquela que pegamos sem termos plantado - de forma extrativista. Uma coisa colheitada é aquela que é fruto de nosso plantio.
Certo que podemos até coletar determinados sofrimentos e felicidades na vida, o que não deixará de ser colocado na balança na hora do 'acerto de contas'.
Mas, o mais certo é que a vida trata-se de colheita, daquilo que fazemos, daquilo que fizemos, daquilo que pensamos ou desejamos, ou daquilo que deixamos de realizar.
Imprimir nos outros a responsabilidade pelo que aconteceu, da forma "você não me entende", "você não me ajuda", "você não me ama", "você não me trata bem", entre outras, é algo espiritualmente imaturo e que mostra nossa limitação em compreender as lições Divinas para o nosso progresso.
O sofrimento poderia nunca ser um mal, caso compreendêssemos a razão pela qual estamos naquele ponto.
É um atraso sem dúvida quando imprimimos a responsabilidade fora de nós mesmos.
Cada um é responsável pela sua jornada. Algo elementar e muito simplório de perceber como Verdade.
O aprendizado (mais trabalhoso) é realizar isso em nosso ego. O que é muitas vezes evidenciado como notório fracasso nos piores momentos, quando temos raiva, rancor e ódio, muitas vezes daqueles que chegamos a amar como parte de nós mesmos certo momento do caminho.
Muitas vidas passamos. Se tudo fosse durar toda uma vida, quantas mais teríamos que reviver para colhermos tudo o que precisamos?
Não é porque acabou que não foi bom.
Não é porque foi bom que não devia ter acabado.
Não é porque o rancor minguou que o amor ressurgiu.
O amor sempre existiu e não acabará.
Estava impossibilitado de apresentar-se por tantas nebulosas emoções, mas estava lá.
Em um dia nublado, o Sol continua a brilhar.
Quero ser livre lato sensu.
Hoje sou livre restricto sensu.
O que adianta ter liberdade na matéria e não no pensamento?
Tenho lá minhas dúvidas.
O que sei é que deixar fluir os desígnios de Deus é a forma mais sensata no aprendizado necessário.
Voltar a Ti Senhor é o que mais anseio!
Mas, na medíocridade de minha prisão nessa mula, ainda desejo um carinhoso abraço de uma formosa e perfumada flor após um açaí gelado.
No tempo, virá.
Homini Pax.
domingo, 8 de agosto de 2010
Você
Ainda com o seu perfume em mim
Desejo que não tivesse sido assim
Que linha tênue ardilosa
Faz brotar tantas palavras maldosas
Raiva brotada do amor
Ou da falta desse
Ou do que seria a não compreensão
Do que te fala o outro coração
Conquistar se impondo
Resistir se abrindo
Negar incentivando
Nutrir desacreditando
Quem cometera mais paradoxos?
Certo que não fora caso à toa
Disso tudo gerou muita coisa boa
Mas o fim fora anunciado
Por vezes o tempo dele trocado
Prorrogando o inevitável
Para ter-se mais considerável
Considerável carinho
Considerável o sonho
De uma família
Quem sabe um dia?
Sentira o meu corpo mais leve
Quando pronunciara "nunca mais"
Em instantes o medo
Será que é um segredo?
A carência à porta
Mas o que isso importa?
Se a linha foi cruzada
E você não é mais a minha amada.
Rogo a Deus para que limpe
O que em mim ficara
Dessa escuridão que entrei
Com as palavras que pronunciara
Raiva eu senti
Momentos eu vivi
Certo de que errei
Errado porque não fiquei
Fácil seria
Voltar à alegria
Mas a faca fora usada do errado lado
Você não me fez novamente o seu amado
Agora limpo da baixeza
Deixo passar a tristeza
E nessa leveza
grito: mas que beleza!
Finalmente livre!
Posso rogar a sua felicidade
Que não será ao meu lado
Mas quiçá de algum abençoado
Não imagina como te quero bem
Bem longe de mim
Para assim me livrar
E apenas lembrar
Que o que tenho que fazer
É simplesmente amar
Eu devo amar
Confesso te amei
E porque muito errei
Não fui o seu rei
Tampouco perdoei
O que passei
Sem explicação do que não compreendi
Não fui capaz de sorrir
Longe de ti, eu sou eu
E agradeço
O que talvez não mereço
Obrigado a você
Que me fez sofrer
E não mais querer
Assim convicto
Não corro o risco
De na carência
Achar que fiz demência
"Nunca mais" está registrado
Serei forte
Para não procurar
Aquela que me fez chorar
O ponto final onde "nós" começou
Para mostrar que todo mundo errou
Você pra lá
Eu pra cá
É assim que vai ficar
Que sejas feliz
Pois eu, sou um eterno aprendiz
Homini Pax.
Desejo que não tivesse sido assim
Que linha tênue ardilosa
Faz brotar tantas palavras maldosas
Raiva brotada do amor
Ou da falta desse
Ou do que seria a não compreensão
Do que te fala o outro coração
Conquistar se impondo
Resistir se abrindo
Negar incentivando
Nutrir desacreditando
Quem cometera mais paradoxos?
Certo que não fora caso à toa
Disso tudo gerou muita coisa boa
Mas o fim fora anunciado
Por vezes o tempo dele trocado
Prorrogando o inevitável
Para ter-se mais considerável
Considerável carinho
Considerável o sonho
De uma família
Quem sabe um dia?
Sentira o meu corpo mais leve
Quando pronunciara "nunca mais"
Em instantes o medo
Será que é um segredo?
A carência à porta
Mas o que isso importa?
Se a linha foi cruzada
E você não é mais a minha amada.
Rogo a Deus para que limpe
O que em mim ficara
Dessa escuridão que entrei
Com as palavras que pronunciara
Raiva eu senti
Momentos eu vivi
Certo de que errei
Errado porque não fiquei
Fácil seria
Voltar à alegria
Mas a faca fora usada do errado lado
Você não me fez novamente o seu amado
Agora limpo da baixeza
Deixo passar a tristeza
E nessa leveza
grito: mas que beleza!
Finalmente livre!
Posso rogar a sua felicidade
Que não será ao meu lado
Mas quiçá de algum abençoado
Não imagina como te quero bem
Bem longe de mim
Para assim me livrar
E apenas lembrar
Que o que tenho que fazer
É simplesmente amar
Eu devo amar
Confesso te amei
E porque muito errei
Não fui o seu rei
Tampouco perdoei
O que passei
Sem explicação do que não compreendi
Não fui capaz de sorrir
Longe de ti, eu sou eu
E agradeço
O que talvez não mereço
Obrigado a você
Que me fez sofrer
E não mais querer
Assim convicto
Não corro o risco
De na carência
Achar que fiz demência
"Nunca mais" está registrado
Serei forte
Para não procurar
Aquela que me fez chorar
O ponto final onde "nós" começou
Para mostrar que todo mundo errou
Você pra lá
Eu pra cá
É assim que vai ficar
Que sejas feliz
Pois eu, sou um eterno aprendiz
Homini Pax.
sábado, 24 de abril de 2010
Aprender a se amar
Com o coração quebrado
E os olhos inchados
Grito silenciosamente
Nessa noite quente
Fino é o fio
Que separa os sentimentos
Dois extremos tão diferentes
Tomam conta da gente
Amor é muito bom
Raiva nem tanto
Mas de um para o outro
É um pulo, um espanto
Não há como entender
O sorriso desaparecer
Por motivo qualquer
Importante não é
Mas importante se tornou
Quando o orgulho falou
E por falta de um simples "desculpe"
O caldo entornou
Agora sozinho
Aprender a se amar
Para segurar
Esse grande pesar
Quantos sonhos
Quantas promessas
Como uma coisa dessa
Apareceu nessa pressa?
Tudo acumulou
Por isso estourou
E forte não há
Que segure o desamor
O silêncio grita
Liberdade não
O que queria mesmo
Era um simples aconchego
O caminho não é fácil
Mas as escolhas se minguaram
Então peço força
Para enfrentar esse aprendizado
Aprender a se amar
Novamente sendo testado
Se o que me importa mesmo
É tão somente o Bem-Amado.
Homini Pax
E os olhos inchados
Grito silenciosamente
Nessa noite quente
Fino é o fio
Que separa os sentimentos
Dois extremos tão diferentes
Tomam conta da gente
Amor é muito bom
Raiva nem tanto
Mas de um para o outro
É um pulo, um espanto
Não há como entender
O sorriso desaparecer
Por motivo qualquer
Importante não é
Mas importante se tornou
Quando o orgulho falou
E por falta de um simples "desculpe"
O caldo entornou
Agora sozinho
Aprender a se amar
Para segurar
Esse grande pesar
Quantos sonhos
Quantas promessas
Como uma coisa dessa
Apareceu nessa pressa?
Tudo acumulou
Por isso estourou
E forte não há
Que segure o desamor
O silêncio grita
Liberdade não
O que queria mesmo
Era um simples aconchego
O caminho não é fácil
Mas as escolhas se minguaram
Então peço força
Para enfrentar esse aprendizado
Aprender a se amar
Novamente sendo testado
Se o que me importa mesmo
É tão somente o Bem-Amado.
Homini Pax
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Inconstâncias e incertezas
Sob novo olhar
Me pego a errar
Impossível doutrinar
Esse jegue teimoso
Nas ruas e nos campos
A luz vai distante
Por onde voltar
A ser um verdadeiro amante?
Amante da vida
E dos ensinamentos
Que meu Mestre me dá
Para o meu entendimento
Ingrato sempre fui
Ou pelo menos devo ter sido
Para ter merecido
Cair nesse turbilhão
Não deixe de aprender
Ele me lembra
Mas inconstante esqueço
E por isso mereço
Mereço as incertezas
Por não saber ouvir
A quem me norteia
Para poder sorrir
Rimas pobres e feias
Não sei mais escrever
Expor ou esconder
Ou simplesmente viver
Ser ou não ser
Escrever ou não
O importante na verdade
É sair desse turbilhão
Homini Pax.
Me pego a errar
Impossível doutrinar
Esse jegue teimoso
Nas ruas e nos campos
A luz vai distante
Por onde voltar
A ser um verdadeiro amante?
Amante da vida
E dos ensinamentos
Que meu Mestre me dá
Para o meu entendimento
Ingrato sempre fui
Ou pelo menos devo ter sido
Para ter merecido
Cair nesse turbilhão
Não deixe de aprender
Ele me lembra
Mas inconstante esqueço
E por isso mereço
Mereço as incertezas
Por não saber ouvir
A quem me norteia
Para poder sorrir
Rimas pobres e feias
Não sei mais escrever
Expor ou esconder
Ou simplesmente viver
Ser ou não ser
Escrever ou não
O importante na verdade
É sair desse turbilhão
Homini Pax.
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