terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Paz Interior
Como ser calmamente ativo e ativamente calmo?
O Mestre Paramahansa Yogananda dá uns toques nesse livreto para que isso seja mais palpável ao ser humano ordinário que convive com seus afazeres e deveres cotidianos.
Autor mais que consagrado, nada precisa ser dito de Mestre tão especial para aqueles que buscam o Caminho.
Sobre o livreto, com 122 páginas, destacaria diversos pontos, dos quais transcorro alguns trechos:
"...Não há prazer em empenhar-se sempre para ganhar até o ponto de não poder desfrutar do que se tem."
"...A verdade é que, quanto mais "necessidades" desnecessárias você tiver, menos paz terá, e quanto menos você for possuído pelos seus bens, mais felicidade terá."
"Esqueça o passado porque ele já não está sob seu domínio! Esqueça o futuro porque ele está fora do seu alcance! Domine o presente! Viva supremamente bem agora! Isso lavará o passado, para deixá-lo imaculado, e obrigará o futuro a ser brilhante. Esse é o modo de ser dos sábios."
"Se seu marido ou esposa deixa-se tomar pela ira e desperta a sua raiva, dê um pequeno passeio(...) não responda do mesmo modo. É melhor ficar calado até que a exasperação passe. (...) Jamais deixe que qualquer pessoa roube sua paz; e não roube a paz dos outros por meio do seu destempero verbal. (...)
Se sua mulher grita com você e você com ela, vocês sofrerão em dobro(...)
...as pessoas não deveriam se casar até que aprendessem a ter algum controle de suas emoções."
Om Tat Sat
Amém.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Karma - La Justicia Infalible
Regressando de fase interessante quando passei quase 4 meses ausente das terras que acolhem minha jornada, reinicio o registro de livros que li no primeiro semestre desse ano, como já dissera em julho.
Esse livreto, intitulado Karma - La Justicia Infalible (espanhol), adquiri de uma personalidade ímpar em Cuzco que me passou certa alegria e paz com sua forma de se expressar e mansidão nos olhos. À princípio comprado mais para ajudar o pacífico vendedor do que por interesse, foi leitura super agradável.
Alguns trechos chamaram atenção, dos quais destaco:
" Acaso hay algo más patético que un hombre que proclama que no le rinde cuentas a ninguna autoridad, pero que sigue a sus sentidos ciegamente, adondequiera que éstos lo conducen?"
"...el control de los sentidos. Ése es el verdadero sistema de yoga."
"Aquel que está entregado a Krishna de esa manera, no está sujeto a la lamentación ni al deseo, mientras que el que no está consciente de Dios, simplemente anhela y lamenta."
Valeu a pena a leitura.
Hare Krishna!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Prefiro a vida
Já não me encaixo em teus conceitos
Óh sociedade insana
Que vida viverei?
A própria
A que os outros cuidam
Ou a que os outros inventam
Tentarei encaixar-me em ti
Para viver preso a uma falta de sentido
Ou a um sentido sem cerne
Ou para viver como verme
Ironia ouso falar-te
Porque certamente minhas escolhas não te entrego
Como bom amigo alertou-me
Mesmo vivendo a vida sem rima
Ficarei com a poesia
Conceitos? Estou passando...
Prefiro a vida!
Omnia vincit Amor
Óh sociedade insana
Que vida viverei?
A própria
A que os outros cuidam
Ou a que os outros inventam
Tentarei encaixar-me em ti
Para viver preso a uma falta de sentido
Ou a um sentido sem cerne
Ou para viver como verme
Ironia ouso falar-te
Porque certamente minhas escolhas não te entrego
Como bom amigo alertou-me
Mesmo vivendo a vida sem rima
Ficarei com a poesia
Conceitos? Estou passando...
Prefiro a vida!
Omnia vincit Amor
Antes, em seguida e agora
antes
o tempo parecia não passar
dinheiro julgava não precisar
liberdade mal para andar
em seguida
o tempo ainda abundante
algumas escolhas, mesmo errante
dinheiro em falta gritante
agora
liberdade até demais
dinheiro não preocupa mais
mas sem tempo... como é que se faz?
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Meu coração não é de papel
Que atire a primeira pedra
Quem nunca provou dessa moeda
Paixão descrever como amor
Perdido em seu interior
Achar que o outro é culpado
E você menos amado
Não, não menina
Meu coração não é de lata
Não é de lata meu coração
Frio e insensível tampouco são
Os meus sentimentos por sua pessoa
Que gostaria de estar numa boa
Drama já não consigo mais viver
A vida a pauladas me fez crescer
O que é, simplesmente é
Um prato não cabe em uma colher
Uma semente nasce por si
Mas logo às primeiras radículas
Necessitam de fora se nutrir
Coisa estranha dizer que se quer bem
E fortalecer discussão sem saber com quem
Difícil é começando super legal
O que esperar começando tão mal?
Não, não jogo a toalha
Estou aqui e sei o que quero
Contudo, ser motivo de sofrimento
Jamais me passou pelos pensamentos
Quero sim ter o pé no chão e viver
Em paz, em paz, em paz
Por isso a você eu aviso
O que mais nutre é o sorriso
Contudo, o que fazer
Para assim merecer
Um belo sorriso voltar
Os nossos semblantes alegrar
Sei que por ti sinto doçura
Doçura feito mel
Mas nunca se esqueça
Meu coração não é de papel
Não, não é de papel o meu coração
É de sangue quente como um leão
De que vale espinho sem flor?
Tampouco imagino sacrifício sem amor
Que a Paz de Deus nos acompanhe!
Para todo o sempre, Amém.
Quem nunca provou dessa moeda
Paixão descrever como amor
Perdido em seu interior
Achar que o outro é culpado
E você menos amado
Não, não menina
Meu coração não é de lata
Não é de lata meu coração
Frio e insensível tampouco são
Os meus sentimentos por sua pessoa
Que gostaria de estar numa boa
Drama já não consigo mais viver
A vida a pauladas me fez crescer
O que é, simplesmente é
Um prato não cabe em uma colher
Uma semente nasce por si
Mas logo às primeiras radículas
Necessitam de fora se nutrir
Coisa estranha dizer que se quer bem
E fortalecer discussão sem saber com quem
Difícil é começando super legal
O que esperar começando tão mal?
Não, não jogo a toalha
Estou aqui e sei o que quero
Contudo, ser motivo de sofrimento
Jamais me passou pelos pensamentos
Quero sim ter o pé no chão e viver
Em paz, em paz, em paz
Por isso a você eu aviso
O que mais nutre é o sorriso
Contudo, o que fazer
Para assim merecer
Um belo sorriso voltar
Os nossos semblantes alegrar
Sei que por ti sinto doçura
Doçura feito mel
Mas nunca se esqueça
Meu coração não é de papel
Não, não é de papel o meu coração
É de sangue quente como um leão
De que vale espinho sem flor?
Tampouco imagino sacrifício sem amor
Que a Paz de Deus nos acompanhe!
Para todo o sempre, Amém.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Casulo
com a ajuda de Ma-Thi
que é todo coração
venho refletir o que vem
perturbar a paz e o bem
queria mesmo era um casulo
para tantas bobeiras não passar
se palavra vale pouco ou muito
por que tantas desperdiçar?
o que sinto importa menos?
o que erro importa mais?
besteira é besteira
e deve ficar para trás!
certo é
que romântico hoje
é um chato sem galocha
e sem rima
ao público vim e disse
o que muito ouvi dizer ser maluquice
por isso aqui desabafo a tristeza
de não ir dormir com tua beleza
casulo da vida não há nesse momento
mas depois de sua ligação
vou dormir pensando em casamento
♥
domingo, 2 de outubro de 2011
Não sou santo
Imitar a Cristo
Seguir o coração
Meta complicada
Essa trilha traçada
Nesse caminho
De homem bonzinho
Nem sempre consigo
Não estar perdido
Canela rasgada
Sinal qualquer
Não se perca de novo
Por uma mulher
Tristeza por que?
Sem ter o que fazer
Há muito a ser trabalhado
Para quem almeja o Bem-Amado
Santo não és
Mas não meta as mãos pelos pés
Calma meu filho
Siga no trilho
Nem sempre reto
O destino é certo
Confie e não deixe de trabalhar
Para um dia alcançar
Você deve amar
E sempre perdoar
Amar não só uma mulher
Mas a essa também
Amar à humanidade
E a todos querer bem
Não se maltrate
Nem aos poucos se mate
Não esqueça o que aprendeu
E do caminho teu
Mágoa? Que infame!
Isso atrapalha que você ame
Não entender ou compreender?
Onde está o seu merecer?
Mais entenda do que seja entendido
Já era para ter aprendido
Reativo jamais
Não é assim que se faz
Sozinho não ficarás
Pois não vou te deixar para trás
Mas Mãe, não sou santo
Não mereço tocar Seu manto
Aprenderás algum dia
Assim como fez Maria
Sebastião, Francisco e José
Todos começaram com um pé
Um pé depois o outro
Assim se dá cada passo
Santo não és, tens razão
Mas sempre te darei Meu perdão
Viva homem como és
Mas veja sempre onde metes os pés
Que a Luz seja minha guia
E o conforto me seja suficiente
Para entender esse ego
Que tanto mente
Que seja capaz de manter o trajeto
E meu Pai sempre por perto
Que o que devo amar
Sempre fique no meu olho a brilhar
Graças pela instrução de cada dia
E que tenha a devida sabedoria
Para ser um homem de bem
Instrumento de Vossa Paz
Amém!
Ominia vincit Amor
Seguir o coração
Meta complicada
Essa trilha traçada
Nesse caminho
De homem bonzinho
Nem sempre consigo
Não estar perdido
Canela rasgada
Sinal qualquer
Não se perca de novo
Por uma mulher
Tristeza por que?
Sem ter o que fazer
Há muito a ser trabalhado
Para quem almeja o Bem-Amado
Santo não és
Mas não meta as mãos pelos pés
Calma meu filho
Siga no trilho
Nem sempre reto
O destino é certo
Confie e não deixe de trabalhar
Para um dia alcançar
Você deve amar
E sempre perdoar
Amar não só uma mulher
Mas a essa também
Amar à humanidade
E a todos querer bem
Não se maltrate
Nem aos poucos se mate
Não esqueça o que aprendeu
E do caminho teu
Mágoa? Que infame!
Isso atrapalha que você ame
Não entender ou compreender?
Onde está o seu merecer?
Mais entenda do que seja entendido
Já era para ter aprendido
Reativo jamais
Não é assim que se faz
Sozinho não ficarás
Pois não vou te deixar para trás
Mas Mãe, não sou santo
Não mereço tocar Seu manto
Aprenderás algum dia
Assim como fez Maria
Sebastião, Francisco e José
Todos começaram com um pé
Um pé depois o outro
Assim se dá cada passo
Santo não és, tens razão
Mas sempre te darei Meu perdão
Viva homem como és
Mas veja sempre onde metes os pés
Que a Luz seja minha guia
E o conforto me seja suficiente
Para entender esse ego
Que tanto mente
Que seja capaz de manter o trajeto
E meu Pai sempre por perto
Que o que devo amar
Sempre fique no meu olho a brilhar
Graças pela instrução de cada dia
E que tenha a devida sabedoria
Para ser um homem de bem
Instrumento de Vossa Paz
Amém!
Ominia vincit Amor
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