quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Meu coração não é de papel

Que atire a primeira pedra
Quem nunca provou dessa moeda

Paixão descrever como amor
Perdido em seu interior

Achar que o outro é culpado
E você menos amado

Não, não menina
Meu coração não é de lata

Não é de lata meu coração
Frio e insensível tampouco são
Os meus sentimentos por sua pessoa
Que gostaria de estar numa boa

Drama já não consigo mais viver
A vida a pauladas me fez crescer
O que é, simplesmente é
Um prato não cabe em uma colher

Uma semente nasce por si
Mas logo às primeiras radículas
Necessitam de fora se nutrir

Coisa estranha dizer que se quer bem
E fortalecer discussão sem saber com quem

Difícil é começando super legal
O que esperar começando tão mal?

Não, não jogo a toalha
Estou aqui e sei o que quero
Contudo, ser motivo de sofrimento
Jamais me passou pelos pensamentos

Quero sim ter o pé no chão e viver
Em paz, em paz, em paz

Por isso a você eu aviso
O que mais nutre é o sorriso

Contudo, o que fazer
Para assim merecer
Um belo sorriso voltar
Os nossos semblantes alegrar

Sei que por ti sinto doçura
Doçura feito mel
Mas nunca se esqueça
Meu coração não é de papel

Não, não é de papel o meu coração
É de sangue quente como um leão

De que vale espinho sem flor?
Tampouco imagino sacrifício sem amor



Que a Paz de Deus nos acompanhe!
Para todo o sempre, Amém.

Um comentário:

Miolo de Pote disse...

Não sofras mais...
abandone a rima
fique com a poesia...
esqueça o que ficou pra trás
assim é a vida...
nada demais.